A falência da Marsans

A falência da Marsans

O mercado turístico português atravessa uns dias atribulados, em plena época alta, quem investiu o seu subsídio de férias em pacotes de viagem nas agências Marsans corre o sério risco de ficar sem dinheiro e sem férias. Esta crise, há muito tempo anunciada, leva a uma pequena reflexão sobre a melhor forma de planear as suas férias. Infelizmente, nos dias de hoje, o primeiro factor a ter em conta, quando se procura um bom destino de férias, é o preço, e quando se assume este como o único critério realmente importante surgem problemas como este que vemos agora com a Marsans. A estratégia de mercado adoptada por este grupo de agências baseava-se no critério preço, igualando os valores apresentados pela concorrência e muitas vezes oferecendo aos seus clientes valores muito abaixo dos oferecidos pela concorrência. Ora, com uma estratégia deste tipo a Marsans acabou por se ver numa posição financeira extremamente fragilizada, pois com esta política de preços foi reduzindo ao mínimo as suas margens de lucro e com isso hipotecou a sua sustentabilidade financeira, e com isto quem sofre são os clientes. É mesmo a aplicação da máxima "o barato sai caro".
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